Amesbury

teddsantana | 7 de abril de 2012 | sem comentários
Amesbury

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Amesbury é uma cidade no condado de Wiltshire, Inglaterra, 13 km ao norte de Salisbury e próxima de Stonehenge. Foi fundada em 979, no mesmo local que anteriormente abrigara um convento.

Aparecia em mapas do século XVII como Ambersbury. Alguns acreditam que a cidade tenha sido nomeada em homenagem a Ambrosius Aurelianus, líder da resistência Romano-britânica às invasões saxônicas no século V. Amesbury também é associada à lenda do Rei Artur: o convento ao qual Guinevere se recolheu seria o de Amesbury.

A 1,6 km a oeste da cidade há um forte da Idade do ferro, hoje tomado pela floresta. Este forte é conhecido na região como o “Campo de “Vespasiano” (o general romano, último a comandar tropas nesta região da Inglaterra). Este sítio nunca foi escavado.

Em 2002 foi descoberto próximo a Amesbury o mais rico campo funerário da Idade do bronze já encontrado na Grã-Bretanha. Os restos de dois homens, aparentemente pertencentes à aristocracia estavam acompanhados de mais de 100 objetos, incluíndo pontas de flechas, facas de cobre e brincos de ouro. O ocupante da tumba mais ricamente decorada passou a ser conhecido como o “Arqueiro de Amesbury” (Amesbury Archer). A imprensa local também o chamou de “Rei de Stonehenge”, embora não haja nenhuma ligação específica desse túmulo com o monumento pré-histórico próximo.

La Belle Paris

teddsantana | 23 de março de 2012 | sem comentários
La Belle Paris

Creio que chamam Paris de “Cidade Luz” pela sua iluminação noturna e pelo brilho extraordinário emitido pela Torre Eiffel com seu tão arrojado sistema de luzes.

Mas há outra luz que encanta em Paris. A luz do dia. A luz que tudo revela, que põe à mostra os detalhes de sua arquitetura e séculos de história. E foi esta luz a que mais me acompanhou durante minhas caminhadas e passeios de bicicleta para fotografar Paris.

Em cada esquina, cada rua e edifício, sempre algo merecedor dos segundos preciosos que são necessários para ajustar o equipamento, apontar e disparar. E nos segundos seguintes, a internalização da expectativa do resultado, que somente será revelado nos momentos prazerosos de edição.

Ah sim, faço edição de minhas fotos. Já superei a fase onde se pensa que a bela fotografia é aquela onde a imagem resultante é a mais fiel possível à realidade. Felizmente superei, e hoje corto, desfoco, ajusto saturação, brilho, contraste e até mudo as tonalidades e cores. E o resultado? Bem, é aquele que me faz passar mais tempo apreciando a fotografia que o tempo que passei olhando o que foi fotografado.

Isso é fotografia. Pois fotografia tem que ser capaz de nos tirar da realidade para ver somente o que está aprisionado entre os quatro cantos daquele retângulo. Mesmo que por uma fração de segundos. E neste tempo ínfimo ou longo, gerar pensamentos e emoções. E assim a luz que foi congelada no momento do clique terá cumprido tão bem o seu papel de representar o assunto retratado.

E aqui estão algumas das fotos de Paris. Outras podem ser vistas em http://www.flickr.com/search/?w=56601967@N00&q=paris

RPPN Mata da Serra

teddsantana | 22 de março de 2012 | sem comentários
RPPN Mata da Serra

O assunto preservação do meio ambiente está em alta na sociedade atual. Afinal, falar sobre isso não custa nada e ajuda na lenta mudança dos valores nas pessoas. Mas melhor que falar é agir em prol desta causa. E umas das formas de se fazer isto é criando RPPN’s, que são Reservas Particulares do Patrimônio Natural. Estas unidades de conservação privada, reconhecida pelo poder público e gravada com perpetuidade a partir de um ato voluntário do proprietário da área, tem por objetivo principal conservar a diversidade biológica. Portanto o proprietário que abre mão da exploração agropecuária ou imobiliária de áreas de matas e cria uma RPPN contribui de forma extremamente importante para a conservação dessas áreas no Brasil.

Em julho de 2010 visitei a localidade de São Benedito em Vargem Alta, no interior do estado do Espírito Santo. Lá encontrei áreas remanescentes de mata atlântica e muita beleza natural. Era um final de tarde quando cheguei à RPPN Mata da Serra e fiquei encantado com a paisagem: mata densa, riacho, cachoeiras e uma luz avermelhada anunciando o crepúsculo. Saí do carro com minha câmera em punho e dei meus primeiros cliques ali, na estrada mesmo. Somente depois de saciada minha fome por imagens é que entramos no sítio.

A RPPN Mata da Serra é o fruto do esforço de dois irmãos – João Luiz Madureira Junior e Luiz Renato Madureira – que fizeram sua parte para preservar 14 hectares de mata nativa garantindo sua existência para as gerações futuras.

Minha estadia no local encerrou-se no dia seguinte, mas não sem antes percorrer diversas trilhas e tirar dezenas de fotografias. Esta experiência gratificante eu compartilho com vocês através de algumas fotos.

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