Amesbury

teddsantana | 7 de abril de 2012 | sem comentários
Amesbury

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre

Amesbury é uma cidade no condado de Wiltshire, Inglaterra, 13 km ao norte de Salisbury e próxima de Stonehenge. Foi fundada em 979, no mesmo local que anteriormente abrigara um convento.

Aparecia em mapas do século XVII como Ambersbury. Alguns acreditam que a cidade tenha sido nomeada em homenagem a Ambrosius Aurelianus, líder da resistência Romano-britânica às invasões saxônicas no século V. Amesbury também é associada à lenda do Rei Artur: o convento ao qual Guinevere se recolheu seria o de Amesbury.

A 1,6 km a oeste da cidade há um forte da Idade do ferro, hoje tomado pela floresta. Este forte é conhecido na região como o “Campo de “Vespasiano” (o general romano, último a comandar tropas nesta região da Inglaterra). Este sítio nunca foi escavado.

Em 2002 foi descoberto próximo a Amesbury o mais rico campo funerário da Idade do bronze já encontrado na Grã-Bretanha. Os restos de dois homens, aparentemente pertencentes à aristocracia estavam acompanhados de mais de 100 objetos, incluíndo pontas de flechas, facas de cobre e brincos de ouro. O ocupante da tumba mais ricamente decorada passou a ser conhecido como o “Arqueiro de Amesbury” (Amesbury Archer). A imprensa local também o chamou de “Rei de Stonehenge”, embora não haja nenhuma ligação específica desse túmulo com o monumento pré-histórico próximo.

Um mundo de variedades

teddsantana | 24 de março de 2012 | sem comentários
Um mundo de variedades

Basta uma pequena caminhada em um lugar qualquer na natureza para se deparar com seres surpreendentes.
A vida na Terra se revela em uma imensa variedade de formas, cores e tamanhos. Esteja sempre pronto para capturar suas imagens e rapidamente terá um bom acervo de fotos interessantes.

La Belle Paris

teddsantana | 23 de março de 2012 | sem comentários
La Belle Paris

Creio que chamam Paris de “Cidade Luz” pela sua iluminação noturna e pelo brilho extraordinário emitido pela Torre Eiffel com seu tão arrojado sistema de luzes.

Mas há outra luz que encanta em Paris. A luz do dia. A luz que tudo revela, que põe à mostra os detalhes de sua arquitetura e séculos de história. E foi esta luz a que mais me acompanhou durante minhas caminhadas e passeios de bicicleta para fotografar Paris.

Em cada esquina, cada rua e edifício, sempre algo merecedor dos segundos preciosos que são necessários para ajustar o equipamento, apontar e disparar. E nos segundos seguintes, a internalização da expectativa do resultado, que somente será revelado nos momentos prazerosos de edição.

Ah sim, faço edição de minhas fotos. Já superei a fase onde se pensa que a bela fotografia é aquela onde a imagem resultante é a mais fiel possível à realidade. Felizmente superei, e hoje corto, desfoco, ajusto saturação, brilho, contraste e até mudo as tonalidades e cores. E o resultado? Bem, é aquele que me faz passar mais tempo apreciando a fotografia que o tempo que passei olhando o que foi fotografado.

Isso é fotografia. Pois fotografia tem que ser capaz de nos tirar da realidade para ver somente o que está aprisionado entre os quatro cantos daquele retângulo. Mesmo que por uma fração de segundos. E neste tempo ínfimo ou longo, gerar pensamentos e emoções. E assim a luz que foi congelada no momento do clique terá cumprido tão bem o seu papel de representar o assunto retratado.

E aqui estão algumas das fotos de Paris. Outras podem ser vistas em http://www.flickr.com/search/?w=56601967@N00&q=paris

Facebook Flickr LinkedIn Twitter YouTube